Beatriz, 14 anos. Libriana. Carente, Ciumenta, Desastrada, Impaciente, Anciosa, Criativa, Bipolar, Insegura, Preguiçosa, Fala/faz muita merda, Erra mais vezes do que respira, Heavy/Black/Thrash Metal, Reggae, Romantismo, Cobras, Starbucks, Pokémon, Doritos, Vodka, Tequila, Sonhar, Halloween, Limão, Chá, Filme de Terror, Piratas do Caribe, Jack Sparrow, Harry Potter, Magia, Video-Game.
A minha comida anda muito sem sal sem o seu tempero, sem seu toque, minha cama anda suspeitamente arrumada, sem nossas brigas durante a noite, eu ando muito rasteira, desarrumada sem sua presença, sem sua motivação. O meu dedo, está sentindo uma falta imensa do nosso anel de compromisso, meus vizinhos andam percebendo minha falta de movição, minha televisão não suporta mais eu chorando em frente aos filmes mais românticos e trágicos. Meu travesseiro durante a noite é a minha melhor companhia, o meu sorriso foi-se junto com a sua presença, mas como dizem normalmente: Eu estou muito bem (muito mal, sentindo a sua falta a cada passo em falso), pode ir, acho que irei me virar, tudo isso em meio há lágrimas numa mesma noite.
Nós que nascemos entre 1994 - 1999 somos ‘top na balada’ porque:
1falsaprincesa:
Ja vivemos em 2 milenios diferentes

Ja vivemos em 2 séculos diferentes

Ja vivemos em 3 décadas diferentes

Ja passamos pelas datas: 1/1/1, 2/2/2, 3/3/3, 4/4/4, 5/5/5, 6/6/6, 7/7/7, 8/8/8, 9/9/9, 10/10/10

Vamos passar por: 11/11/11 e 12/12/12

Vamos presenciar o fim do mundo em 2012

E ainda nem fizemos 18 anos!

(via semelhancas)
“Resolvemos seguir em frente, cada um pro seu lado e nos apagar da vida sem saber que apagar da memória não seria uma opção. Cada um tomou um novo rumo, na ultima conversa falamos com tanta certeza de um futuro incerto, que tudo parecia se resolver a cada pronuncia. Os dias foram se passando, e nada parecia passar… Só o tempo que ia levando tudo pro passado, menos a vontade de ficar. A cada segundo essa mania de procurar ficava maior do que a vontade de deixar passar. Eu já me arrependi milhares de vezes por ter expulsado pessoas que eu amava da minha vida em um momento de incompreensão. A fúria que eu não conseguia controlar foi a mesma que eu senti por não conseguir me perdoar. Eu chorei por dentro enquanto sorria por fora tentando camuflar a minha própria tristeza com demonstrações fictícias de alegria, e no final era só medo de mostrar pra mim mesmo a fraqueza que eu sentia. Suspirei fundo lembrando de momentos que me faziam bem e simplesmente abandonei tudo por medo de errar. Então errei. Desisti das pessoas que eu pensava, desisti de correr atrás de quem eu amava, desisti de tentar voar, mas continuei observando os pássaros aproveitando a sua liberdade. Eu senti certa inveja de quem alçava vôo em direção a alegria, e mesmo que fosse empurrado do penhasco e se machucado na queda, teria a força de olhar nos olhos de alguém e dizer “eu te perdôo por isso”. Comecei a ter pesadelos e os ignorava, quando percebi já não precisava mais dormir para vivê-los. Às vezes eu sinto saudades de alguém, às vezes eu sinto saudades de mim, e às vezes eu sinto saudades de ser o motivo da saudade de alguém.”

Cigarros, bebidas e drogas. Nada disso me entorpece tanto quanto você me entorpecia. Mas desde que você foi embora, só me restou isso para tentar te esquecer, para tentar tapar esse vazio que você deixou em mim.
“Sinto falta, do que, de quem, não sei. Mas sinto falta, sempre falta algo, sempre falta alguém.”